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A Meditação

Aqui está então o principal objetivo de praticarmos a meditação: despertar nossa consciência, o que por si só nos faz pessoas totalmente diferentes do que somos, com diferentes capacidades, objetivos e percepções.

A prática da meditação remonta a tempos antiquíssimos e está representada em todas as grandes religiões do mundo como o budismo, hinduísmo, cristianismo, sufismo, judaísmo, taoísmo, etc.
Também a moderna Psicologia tem estudado e atestado que são muitos os benefícios advindos da prática da meditação.

A prática da meditação

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Primeiramente devemos escolher um local silencioso, arejado e limpo. O quarto de dormir é o ideal.
Depois devemos nos acomodar em uma posição confortável, na qual seja possível permanecer por um bom tempo sem se mover.
Pode-se se sentar com as pernas cruzadas ao estilo oriental ou deitar-se com a barriga para cima, as pernas esticadas e os pés unidos.
Feito isso, iremos utilizar o método descrito abaixo e passar a praticar a meditação propriamente dita.
Ao praticar a meditação entenda que seu único objetivo deve ser silenciar a mente, parar com sua agitação e com a sucessão de pensamentos que normalmente ocorre.
Quando se consegue alcançar o silêncio absoluto da mente, ou seja, a ausência total de pensamentos, é que experimentamos o Vazio Iluminador, o êxtase místico, a liberdade da alma.
Quanto mais se pratica a meditação mais a mente vai se aquietando, e mais perto estaremos de alcançar o Vazio Iluminador.

Não se preocupe em saber como deve ser o Vazio Iluminador ou qualquer coisa do tipo. Concentre-se apenas na técnica de meditação que você estiver fazendo.
Seu objetivo deve ser apenas silenciar a mente, nada mais. O demais virá por acréscimo.

A mente é como um animal selvagem que precisa ser domado para obedecer.
Inclusive isto é simbolizado na passagem bíblica na qual o grande mestre Jesus entra em Jerusalém montado sobre o asno, o burrico.
Se quisermos entrar na Jerusalém celestial, nas dimensões superiores da natureza, devemos montar, domar e controlar o asno, ou seja, a mente.

Roberto Carlos

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Ao possibilitarmos a uma criança a aquisição da leitura e da escrita, inserimo-la na sociedade e, consequentemente, abrimos diante dela um novo horizonte. Ensinar a ler e a escrever é tarefa primordial da escola. De essencial, a capacidade de decifrar o código, tornou-se privilégio de poucos, sendo considerada iniciativa inovadora a de premiar o docente que conquistar tal façanha em sala de aula. Salve, salve o docente comprometido com a causa da educação, no entanto, compete-nos refletir, enquanto profissionais da área, se há de fato outra funçao inerente à docência e à escola, que não seja a de ensinar.

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ETMOLOGIA

Acopiara é uma composição da língua Tupi(aco: roça, roçado, cultura; pi: de pina, limpar ou tratar; e ara: prefixo que indica agente) que significa: Aquele que cultiva a terra, o agricultor ou o lavrador.

HISTÓRIA

A história desa área do Ceará mistura-se com os indios Quixelô, religiosos e cololonizadores.
O povoamento da Região compreendida nos limites atual município de Acopiara começou no século XVIII, depois que os Quixelô foram sumetidos à paz, aldeados e removidos para a Missão da Telha (hoje Iguatu) e a Missão de São Mateus(hoje Jucás).
Com a concessão em 4 de julho de 1719, de uma sesmaria pelo Capitão-Mor Salvador Alves da Silva, ao Alferes Antonio Vieira Pita, sua petição foi feita pelo Escrivão das Datas, Manoel de Miranda, Salvador Alves da Silva, “Cavalheiro professo da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, Capitão Mayor da Capitania do Ceará Grande”, que achou por bem conceder todas as terras pedidas, com todas as suas águas, campos, matas, testados logradouros e animais úteis que se acharam dentro daquelas terras.
Após a concessão feita pelo Capitão-mor Salvador Alves da Silva ao Alferes Antonio Vieira Pitta, foram chegando os primeiros povos como da família Pereira da Silva, para habitarem Acopiara. Por se tratar de excelentes terras de ribeira, foram as primeiras famílias afluindo à zona e fixando-se visando as melhores propriedades, através de uma agricultura bastante compensadora.
No entanto, a família Pereira da Silva, tendo em vista algumas partes do solo ser pedregoso denominaram a localidade de Lages, passando ser o nome daquele povoado que ali fora fundado.
Com a inauguração da Estação Ferroviária Rede Viação Cearense, em 10 de julho de 1910, Lages passou a ter um maior desenvolvimento superando logo os núcleos de Bom Sucesso e São José, que mais adiante vieram se chamar respectivamente Trussu e Quincoê. Através de Ato Administrativo do Brasil, em 1911, o Distrito de Lages figurava ligado ao Município de Iguatu. Através do recenseamento Geral de 1920, Lages foi desmembrada de Iguatu e elevada a categoria de município em 28 de setembro de 1921, através da Lei Nº 1.875, onde governou Celso de Oliveira Castro até 3 de outubro de 1930, o primeiro Prefeito.
Sua instalação se deu em 14 de janeiro de 1922, ficando o Município constituído de três Distritos: Lages, Quincoê e Trussu, recebendo os dois últimos esses nomes porque por ali passava os riachos que deram origem ao nome.
Com a criação do Município, Dom Quintino Rodrigues de Oliveira, o 1º Bispo do Crato, criou a Paróquia de Lages, isto acontecendo em meados do mês de outubro de 1921. Com a sua fundação a Paróquia era ligada ao Bispo do Crato, e recebeu como Padroeira Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, sendo nomeado o Primeiro Vigário Padre Leopoldo Rolim. A Igreja Matriz representa um dos mais belos templos do Interior do Estado, ainda naquela época, o seu teto era coberto por uma pintura retratando o céu, com as nuvens e estrelas.
Depois de ser Lages, passou a se chamar Afonso Pena em 1933, que era uma homenagem ao estadista brasileiro de origem mineira, em 30 de dezembro de 1943, através do Decreto Lei Nº 1.114, “Lages” passou a ser Acopiara, palavra Tupi, que significa o que cultiva a terra, o lavrador ou o agricultor, nome que preserva até hoje, e depois de ter vários filhos ilustres como prefeitos desta terra, mas a seca ainda castiga a boa gente desta terra fazendo com que muitas pessoas deixem sua terra natal e procurem outros centros, abandonando o lugar onde, certamente, já tiveram vários momentos felizes com suas famílias.th_bandeira